Caros profissionais de museus e instituições culturais,
No dia 20 de julho, numa segunda-feira às 9hs, reunimo-nos na Torre Malakoff com a cerca de vinte profissionais de instituições diversas como MEPE, IRB, UFRP/OCFB, FUNDARPE, MMLG/MEPE, SEEL/PCR, MUHNE/FUNDAJ, MAB/IBRAM/MINC, além da própria Torre Malakoff.
Dentre essas pessoas tivemos uma visitante do distrito estadual de Fernando de Noronha, Miriam Cazzetta, que soube da reunião da Rede e veio nos conhecer. Miriam falou-nos sobre o grupo Museologia Porto [http://museologiaporto.ning.com] que tem mais de mil inscritos, e que se trata de uma “Rede para estudantes, investigadores e profissionais de museus partilharem fotos, vídeos, documentos, projetos e ideias sobre o mundo dos museus”. Querendo participar é só entrar no website e se inscrever.
Dessa vez duas instituições transferiram um dia de suas reuniões para ser executada na própria REMIC, aproveitando os temas e tópicos discutidos. Esperamos que essas reuniões sejam sempre úteis e que os ajudem e que continuem convidando suas equipes.
Para abertura da reunião. Tivemos a apresentação do trabalho desenvolvido na Torre Malakoff pela equipe formada por Carlito Person, Alessandra Leite e Breno Borges, que junto com outros fazem parte do Programa de Aperfeiçoamento em Gestão Cultural da FUNDARPE. Carlito, como o gestor cultural presente no encontro da Torre, nos informou sobre as ações desenvolvidas na Torre e sobre os novos projetos.
Demos prosseguimento com a leitura da análise que eu e Gleyce Kelly Heitor fizemos sobre nossa atuação como articuladores nesse um ano da existência da REMIC. O texto pode ser lido num post à parte.
A cada trecho lido fomos refletindo e discutindo coletivamente sobre alguns tópicos expostos como: a importância e diferença na nomenclatura de educador em museus ou de museus; a nomenclatura diferenciadora entre museu, centro cultural, memorial e fundação; estatuto e plano estratégico da rede; rede presencial e rede virtual; problemas de estágios; objetivos e ações desejadas; recadastro dos integrantes (modelo nacional); temas abordados até então no nosso cronograma de encontros; comissão eleitoral e gestor.
Com esse último tópico ficou a solicitação de três membros para fazer parte do comitê eleitoral da gestão do REMIC-PE (2009-2010). As três pessoas que possam ajudar no processo favor escrever ou para nosso email pessoal ou diretamente para o grupo, para que enviemos o modelo do edital para que acompanhem e monitorem o processo.
Terminamos o encontro com uma conversa com a pesquisadora Nicole Cosh (PPGA-UFPE) que deu uma leve introdução sobre o que íamos conversar dentro do tema “Por uma biografia do objeto”. Por motivos diversos, não houve a palestra da pesquisadora. Mas, combinamos que a partir de questionamentos chave iríamos fazendo, coletivamente, a discussão via grupo de emails.
O diálogo que Nicole iria propor a nós encaminharia por alguns conceitos e/ou tipologia relacionados à história do objeto que podem ser separados em grupos, como o objeto museal e o objeto autônomo, o objeto fetiche, o metomínico e o metafórico, o objeto semióforo e o objeto biográfico do qual seguiríamos conversando sobre a formação de uma biografia do objeto.
A palestrante sugeriu que ficássemos em próximos, em roda, para análise de um objeto qualquer, que no caso foi uma máquina fotográfica. Da observação do mesmo íamos fazendo perguntas e pensando em respostas. Evelina Grunberg ajudou muito nesse processo.
Inclusive, no mês de março tivemos uma palestra com ela falando sobre Educação Patrimonial que tratou de questões parecidas, sendo que agora centradas mais no objeto em si e na relação que construímos com ele.
Pelo visto, o texto de Francisco Régis foi muito útil também.
Abraços a todos e até o próximo encontro,
Anderson Pinheiro
Gleyce Heitor
Articuladores da REMIC-PE
A REMic-PE funciona desde 2008 e tem aglutinado educadores do estado de Pernambuco em torno de questões relativas à educação em museus, através de reuniões físicas e de uma forte atuação virtual que funciona como agenda cultural, informa sobre editais, alerta sobre estágios e divulga artigos, ações essas que focam na formação e desenvolvimento do profissional, bem como de novas reflexões acerca do processo de educação em museus.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
XII ENCONTRO DA REMic- PE - TORRE MALAKOFF
Caros profissionais e pesquisadores de museus e instituções culturais,
No dia 20 de julho de 2009, às 9hs, nos encontraremos na Torre Malakoff para dialogar com a pesquisadora convidada Nicole Cosh. Nicole é formada em Lic. de Desenho e Plástica (UFPE), possui especialização em Arte/Educação (UNICAP) e atualmente está envolvida no seu mestrado em Antropologia (UFPE) cuja pesquisa servirá de apoio para nossa conversa intitulada "Por uma biografia do objeto de museu.". Nicole também coordena um grupo de pesquisa nesse mesmo programa de pós-graduação (PPGA) denominado VITRINE, cujo próximo encontro acontecerá a tarde (16hs) do mesmo dia, no 13o. andar do CFCH (UFPE), no auditório.
Nossa conversa terá como mote um trecho do livro "A DANAÇÃO DO OBJETO -O MUSEU NO ENSINO DE HISTÓRIA" (RAMOS, F. R. L. . A danação do objeto: o museu no ensino de História - 2.edição. 2. ed. Chapecó: Argos, 2008. v. 1. 178 p) do históriador FRANCISCO RÉGIS LOPES RAMOS, ex-diretor do Museu do Ceará.
O texto será enviado para todos os inscritos em nosso mailing.
Abraços a todos e até breve!
Anderson Pinheiro
Gleyce Heitor
Articuladores da REMic-PE
No dia 20 de julho de 2009, às 9hs, nos encontraremos na Torre Malakoff para dialogar com a pesquisadora convidada Nicole Cosh. Nicole é formada em Lic. de Desenho e Plástica (UFPE), possui especialização em Arte/Educação (UNICAP) e atualmente está envolvida no seu mestrado em Antropologia (UFPE) cuja pesquisa servirá de apoio para nossa conversa intitulada "Por uma biografia do objeto de museu.". Nicole também coordena um grupo de pesquisa nesse mesmo programa de pós-graduação (PPGA) denominado VITRINE, cujo próximo encontro acontecerá a tarde (16hs) do mesmo dia, no 13o. andar do CFCH (UFPE), no auditório.
Nossa conversa terá como mote um trecho do livro "A DANAÇÃO DO OBJETO -O MUSEU NO ENSINO DE HISTÓRIA" (RAMOS, F. R. L. . A danação do objeto: o museu no ensino de História - 2.edição. 2. ed. Chapecó: Argos, 2008. v. 1. 178 p) do históriador FRANCISCO RÉGIS LOPES RAMOS, ex-diretor do Museu do Ceará.
O texto será enviado para todos os inscritos em nosso mailing.
Abraços a todos e até breve!
Anderson Pinheiro
Gleyce Heitor
Articuladores da REMic-PE
MEMÓRIA DO XI ENCONTRO DA REMIC – MUSEU MURILLO LA GRECA
Nosso último encontro que aconteceu no Museu Murillo La Greca, das 9hs às 12hs teve como mote a discussão acerca das práticas de mediação dentro e fora de espaços expositivos.
Sabemos que existem algumas tipologias educacionais de mediação tradicionais que tratam do diálogo com o público, como as visitas “conto”, “descoberta”, “dialógica”, “conferência” entre outras tantas, com tantas variações de nomes e metodologias. Porém, temos percebido a inserção, nos museus de arte, a prática que é comum em museus de história: a prática teatralizada/dramatizada/performática. Ação essa já observada, inclusiva, aqui no Recife no MAMAM através da coordenação da artista/educadora Tereza Neuma.
O Museu Murillo La Greca, através de sua antiga coordenadora educativa, a arte/educadora Cristiane Mabel, junto com sua equipe de educadores de museus recebeu os integrantes da REMic para apresentar em primeiro tópico as ações no Núcleo de Arte/Educação (NAE) sobre suas atividades, pesquisas e experimentações metodológicas.
E em segundo tópico, sobre as tipologias de mediação adotadas na instituição, tais quais, mediação interativa, teatralizada/dramatizada, dialógica, com oficina e específica. Nosso foco de conversa manteve-se na visita denominada teatralizada/dramatizada que a meu ver parece uma dramatizada interativa. Expliquemos.
A visita teatralizada/dramatizada parte da encenação dos personagens/artistas feita pelos educadores de museus que dialogam entre si e com o público a história de vida e trajetória poética do artista em questão exposto. A resposta do público (sempre escolar, marcado e com os responsáveis cientes desse tipo de visitação) pode direcionar e causar novos caminhos na mediação que o inicialmente planejado, sem por isso alterar o real histórico do artista e do produto artístico exposto.
Esse tópico foi bem discutido quanto à nomenclatura e procedimento da visita. Não fechamos uma idéia e sim abrimos outros horizontes.
A discussão foi tão boa que marcamos nossa próxima reunião na Torre Malakoff, às 9hs, tendo a mestranda em Antropologia Nicole Cosh como nossa convidada.
Abraços a todos e até a próxima,
Anderson Pinheiro
Gleyce Heitor
Articuladores da Rede de educadores de museus e instituições culturais
REMic-PE
Sabemos que existem algumas tipologias educacionais de mediação tradicionais que tratam do diálogo com o público, como as visitas “conto”, “descoberta”, “dialógica”, “conferência” entre outras tantas, com tantas variações de nomes e metodologias. Porém, temos percebido a inserção, nos museus de arte, a prática que é comum em museus de história: a prática teatralizada/dramatizada/performática. Ação essa já observada, inclusiva, aqui no Recife no MAMAM através da coordenação da artista/educadora Tereza Neuma.
O Museu Murillo La Greca, através de sua antiga coordenadora educativa, a arte/educadora Cristiane Mabel, junto com sua equipe de educadores de museus recebeu os integrantes da REMic para apresentar em primeiro tópico as ações no Núcleo de Arte/Educação (NAE) sobre suas atividades, pesquisas e experimentações metodológicas.
E em segundo tópico, sobre as tipologias de mediação adotadas na instituição, tais quais, mediação interativa, teatralizada/dramatizada, dialógica, com oficina e específica. Nosso foco de conversa manteve-se na visita denominada teatralizada/dramatizada que a meu ver parece uma dramatizada interativa. Expliquemos.
A visita teatralizada/dramatizada parte da encenação dos personagens/artistas feita pelos educadores de museus que dialogam entre si e com o público a história de vida e trajetória poética do artista em questão exposto. A resposta do público (sempre escolar, marcado e com os responsáveis cientes desse tipo de visitação) pode direcionar e causar novos caminhos na mediação que o inicialmente planejado, sem por isso alterar o real histórico do artista e do produto artístico exposto.
Esse tópico foi bem discutido quanto à nomenclatura e procedimento da visita. Não fechamos uma idéia e sim abrimos outros horizontes.
A discussão foi tão boa que marcamos nossa próxima reunião na Torre Malakoff, às 9hs, tendo a mestranda em Antropologia Nicole Cosh como nossa convidada.
Abraços a todos e até a próxima,
Anderson Pinheiro
Gleyce Heitor
Articuladores da Rede de educadores de museus e instituições culturais
REMic-PE
Assinar:
Postagens (Atom)
